A ARTE precisa de justificativa?
É provável que você já ouviu falar não da pergunta acima, mas da afirmação feita pelo principal historiador e crítico cultural protestante do século 20, Hans R. Hookmaaker: A Arte Não Precisa de Justificativa. Sem ponto de interrogação.
Afinal, como diria Abraham Kuyper, “Não há um único centímetro quadrado da existência humana sobre o qual Cristo, que é soberano sobre tudo, não clame: ´É meu´”. Bem, mas existem outras perguntas: O pecado pode se manifestar em uma obra de arte de um cristão como supostamente se manifesta em algo produzido pelo não cristão? A arte cristã é a expressão criativa de pessoas que encontraram Cristo?
Mais. E o que é a arte? Profana? Sagrada? Neutra? O que é e onde está a beleza? Ou ainda, o que há de feio ou ruim em um filme “bom”? E existe algo belo e verdadeiro em uma obra de arte “feia”?
São muitas e boas perguntas. E é disso que trata a edição 419 da revista Ultimato que o assinante vai ler na próxima semana.
Pode parecer complicado, mas não é. “A arte, sua apreciação ou o fazer artístico, está disponível para todos – Sejam encanadores, coletores de lixo, taxistas ou CEOs, somos chamados pelo Grande Artista” à criar com Ele, a redimir e restaurar o que está quebrado e recuperar a beleza das coisas ou imaginá-las como poderiam ser.
Confira muito mais na edição 419 da revista ULTIMATO:

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A Arte Precisa de Justificativa?, ed. 419
A ARTE PRECISA DE JUSTIFICATIVA? O pecado pode se manifestar em uma obra de arte de um cristão? A arte cristã é a expressão criativa de pessoas que encontraram Cristo? E o que é a arte? Profana? Sagrada? Neutra? É disso que trata a revista Ultimato.
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